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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

OS TEMPOS SÃO CHEGADOS?

Pelo espírito Caboclo Pena Branca,
Em 17/10/2008,
Psicografia de Mãe Vanessa Cabral
Dirigente do Templo Universalista Pena Branca
(Terreiro Filiado ao Centro Espiritualista Caboclo Pery)


   Meus filhos,
            Urge a necessidade de estudo e aprimoramento, constantemente.
            O que adianta abdicar de algumas horas para o trabalho mediúnico, seja ela qual for, se os contratempos parecem se sobrepor quando há de se colocar em prática o aprendizado que de algum modo foi experimentado?
            Digo isto, por que todos são convidados diariamente a exteriorizar o pouco que absorveram das Sessões, pois a maioria prefere ocupar a mente com pensamentos estapafúrdios.
            Somente quando despertarem para o verdadeiro objetivo dos problemas, verão os mesmos sendo sanados.
            Não percam tempo buscando artifícios pessoais para falsas justificativas na tentativa de ludibriar as emanações vibratórias dos trabalhadores do lado de cá da vida, que é a mesma que pulsa em todos os cantos do mundo. Nada daqui difere daí, ao contrário, tudo parece funcionar como uma cópia, digamos que rabiscada.
            Ao invés de exigirem de nós concretizações para que os seus limitados olhos físicos possam alcançar, busquem enfatizar a luz do conhecimento que ultrapassa qualquer limitação.
            Quando se tem responsabilidade, é permitido saber um pouco mais da verdade. Mas como se responsabilizar para saber um pouco mais da verdade, se nem ao menos, não conhece a ti mesmo? É assim que surgem os atos insanos, praticados com avareza. É por isso que, sabiamente Jesus disse: “quanto mais lhe será dado, mais lhe será cobrado”.
            Parem e olhem para dentro de si mesmos e não perderão mais tempo para buscar respostas mesquinhas e egoístas que atolam as emoções dos filhos.
            Desdenhar a fé alheia é como tapar o sol com a peneira. Sejam sinceros para com os outros, procurando esclarecer, independente da intelectualidade ou da moralidade que se encontram.
            Não se atenham a diálogos incrementados, pois estes parecem mais sedutores. É importante a beleza no falar, mas é essencial a pureza no olhar. Se não souber o que falar, prefira não dizer nada. Agora, se souber algo, mesmo que pareça não ser de relevância alguma, basta se expressar cordialmente.
            O medo na maioria das vezes é conseqüência do egoísmo que não cabe na fraternidade.
            Os tempos são chegados? Não se preocupem, pois estes ressoarão no interior de cada um de vós e deles ninguém poderá recuar.
            Este vil metal que os escraviza não passa de uma façanha, artimanha que as trevas se aproveitam para potencializar. Portanto, doem mais e gastem menos. E se acharem que devem ter para compartilhar, vão é se lamentar quando verem que todos precisam muito mais do que se pode quantificar.
            Rogar aos céus um pouco mais de tudo é adquirir do inferno um muito mais de luto, ou seja, imobilidade perante a mórbida crueldade do desfalecer da carne que se impõe junto à vaidade.
            Apelos externos abrem tantas feridas, que o mais moribundo, sequioso de emoções extra-corpóreas se desvela e é extirpado levando contigo emergentes seqüelas.
            O que dizer do algoz? Este ressoa apenas como um animal feroz. Faz questão em exaltar o instinto, quando na verdade não passa de um filhote que foi desmamado antes do primeiro grunhido.
            Preponderem as dissertações, assim como as lucubrações.
  Aquilo que eleva o homem não enaltece a alma, apenas a mantém encarcerada, prisioneira do anoitecer.
  As simples elucidações devem acontecer a todo instante, seja na vida do eloqüente ou na vida do delinqüente.
  Há muito a semente foi plantada. É necessário praticar, pois não há mais nada a ser feito. Como dizem, “a sorte foi lançada”: isto não passa de uma vulgar interpretação da lei de causa e efeito.
 Que a consciência seja mútua, nas transformações que ocorrerão nas vindouras luas.
 Que no próximo ano, vocês possam transmutar o adultério que a coletividade terrena cultiva perante o Cristo.
 O mais importante serão as experiências. Dolorosas para uns, esperançosas para outros.
 Tudo vai depender do burilamento da fé.

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